Minha irresponsabilidade exerce uma força de coerção pró-ativa para que eu tenha o inevitável desprazer de aceitar a realidade: Sou um lixo, uma minúscula e despresível partícula de um sistema decadente, em uma realidade intocável, invisível, despresível...
O que eu faria, o que eu faria, o que eu faria se não tivesse você?
Posso estar errado, mas isso não significa nada mesmo, nada....
nada.


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