Incrível Pi, sempre sua única expressão resume-se literalmente em você mesmo...compartilho da sua tangibilidade surrealista ao comparar e transcrever a morte como parte da alma viva da música...é incrível como simplesmente aquele sentimento de chorar impulsivamente é forte e ao mesmo tempo, mais forte é a vontade de impedir que os outros vejam, que se aproximem, que sintam pena. É a última coisa que se deseja, pena.
Ninguém entende. Ninguém sabe porquê. Ninguém liga. Tanto faz agora...só deixe a lágrima sair em paz, contra o vidro frio e embassado que mostra que, por incrível que pareça, você ainda respira.
O frio é muito maior por dentro.


<< Home